Taça de Ouro de 1985 | ||||
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Troféu do Campeonato Brasileiro de 1985,
exposto no Museu da Glória no Estádio Couto Pereira | ||||
Dados | ||||
Participantes | 44 | |||
Organização | CBF | |||
Local de disputa | Brasil | |||
Período | 26 de janeiro – 31 de julho | |||
Gol(o)s | 1243 | |||
Partidas | 517 | |||
Média | 2,4 gol(o)s por partida | |||
Campeão | Coritiba (1º título) | |||
Vice-campeão | Bangu | |||
Melhor marcador | Edmar (Guarani) – 20 gols | |||
Público | 6 010 125 | |||
Média | 11 625 pessoas por partida | |||
Outras divisões | ||||
Taça de Prata | Tuna Luso | |||
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O Campeonato Brasileiro de Futebol de 1985, originalmente denominado Taça de Ouro pela CBF, foi a 30.ª edição do Campeonato Brasileiro e foi vencido, pela primeira vez, por um clube paranaense, o Coritiba, ao vencer nos pênaltis o Bangu no Maracanã lotado com mais de 91.000 pagantes.
Foi o segundo Campeonato Brasileiro decidido em cobranças de pênaltis (o primeiro tinha sido em 1977). O técnico Ênio Andrade tornou-se o segundo — o primeiro foi Rubens Minelli — a ser campeão por três clubes diferentes: Internacional em 1979, Grêmio em 1981 e Coritiba em 1985, os três clubes da Região Sul campeões nacionais até então.
Esse também foi o ano em que, na prática, a Taça de Ouro e a Taça de Prata foram fundidas num único campeonato. Os vinte clubes melhor colocados no Ranking da CBF (que então era o chamado Ranking de Pontos) foram reunidos nos grupos A e B.
O campeão e o vice da Taça CBF do ano anterior (Remo e Uberlândia), mais 22 clubes de 22 estados brasileiros (classificados via campeonatos estaduais) disputaram os grupos C e D. Passaram para as fases seguintes os 8 melhor classificados em cada um dos "subcampeonatos".
Foi a primeira vez que a final do Brasileirão não contou com nenhum representante dos chamados "clubes grandes", o "G-12" do futebol brasileiro. E o Atlético/MG foi o único dos "grandes" a figurar entre os oito melhores, mas parou na semifinal diante do Coritiba.