Divine Intervention | |||||||
---|---|---|---|---|---|---|---|
Álbum de estúdio de Slayer | |||||||
Lançamento | 27 de Setembro de 1994 | ||||||
Gravação | 1994 em Oceanway, Los Angeles, Califórnia e Sound City, Van Nuys, Califórnia, EUA | ||||||
Gênero(s) | Thrash metal | ||||||
Duração | 36:28 | ||||||
Gravadora(s) | American Recordings | ||||||
Produção | Slayer, Rick Rubin, Toby Wright | ||||||
Cronologia de Slayer | |||||||
|
Divine Intervention é o sexto álbum de estúdio da banda americana de thrash metal Slayer. Lançado 27 de Setembro de 1994, foi o primeiro álbum a contar com Paul Bostaph, substituindo o baterista original Dave Lombardo. Muitas cancões do disco foram inspiradas por programas de televisão. A produção do álbum tornou-se um desafio pra a gravadora, dificultando a sua divulgação devido ao conteúdo controverso das letras. O Slayer usou o álbum ao vivo Decade of Aggression para dá-los tempo de pensar em qual seria o estilo a abordar nesta gravação.[1] Por ter sido lançado cerca de quatro anos após Seasons in the Abyss, o vocalista Tom Araya disse que tiveram mais tempo para produzi-lo do que os álbuns anteriores da banda. A capa foi pintada e desenhada por Wes Benscoter, que criou uma nova versão para o logotipo em forma de pentagrama do Slayer.
Ainda que muito tempo tenha sido gastado na produção, Kerry King afirmou que a mixagem e masterização deveria ter sido melhor desenvolvida. A origem das canções não vem apenas da televisão, mas também foram inspiradas por várias outras coisas, incluindo Rush Limbaugh, o serial killer Jeffrey Dahmer, e a esposa de Araya. Araya concluiu que o álbum "saiu depois de quatro anos odiando a vida."[2] Em 1998 o disco foi banido na Alemanha por causa das letras de "SS-3", "Circle of Beliefs", "Serenity in Murder", "213" e "Mind Control".
Divine Intervention recebeu avaliações mistas da crítica, com o AllMusic dando três de cinco estrelas, e o The Deseret News dando uma nota positiva. O álbum vendeu 93.000 cópias na primeira semana. Chegou à posição oito na Billboard 200 e ao número 15 na UK Albums Chart. Recebeu certificação de Ouro nos Estados Unidos e no Canadá. Um extended play intitulado Serenity in Murder foi lançado pouco após o álbum.[3]
<ref>
inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome Desert