Marvin Minsky | |
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Marvin Minsky em 2008 | |
Nascimento | 9 de agosto de 1927 Nova Iorque |
Morte | 24 de janeiro de 2016 (88 anos) Boston |
Nacionalidade | estadunidense |
Cidadania | Estados Unidos |
Cônjuge | Gloria Minsky |
Alma mater |
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Ocupação | matemático, cientista de computação, professor universitário, pesquisador de inteligência artificial |
Distinções | Prêmio Turing (1969), Prêmio Japão (1990), Prêmio IJCAI por Excelência em Pesquisa (1991), Prêmio Pioneiro da Computação (1995), Prêmio R. W. Wood (2000), Medalha Benjamin Franklin (2001), Prêmios Fronteiras do Conhecimento (2013) |
Empregador(a) | Instituto de Tecnologia de Massachusetts |
Orientador(a)(es/s) | Albert William Tucker[1] |
Orientado(a)(s) | Manuel Blum, Daniel Bobrow, Ivan Sutherland, Terry Winograd, Patrick Winston |
Tese | 1954: Theory of Neural-Analog Reinforcement Systems and Its Application to the Brain Model Problem |
Obras destacadas | Perceptrons, Society of Mind, The Emotion Machine, Computation: Finite and Infinite Machines |
Instrumento | piano |
Religião | ateísmo |
Causa da morte | hemorragia intracerebral |
Página oficial | |
https://web.media.mit.edu/~minsky/ | |
Marvin Lee Minsky (Nova Iorque, 9 de agosto de 1927 – Boston, 24 de janeiro de 2016) foi um cientista cognitivo norte-americano.
Sua principal área de atuação foi centrada nos estudos cognitivos no campo da inteligência artificial. Minski foi co-fundador do Laboratório de Inteligência Artificial do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e autor de diversos artigos e livros sobre o tema e suas implicações filosóficas.