Partido Popular para a Liberdade e Democracia Volkspartij voor Vrijheid en Democratie | |
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Líder | Dilan Yeşilgöz |
Presidente | Christianne van der Wal |
Fundação | 24 de janeiro de 1948 |
Sede | Haia, ![]() |
Ideologia | Conservadorismo liberal Liberalismo económico |
Espectro político | Centro-direita |
Think tank | Fundação Telders |
Ala de juventude | Jongerenorganisatie Vrijheid en Democratie |
Fusão | PvdV e Comité-Oud |
Membros | 25 557[1] |
Afiliação internacional | Internacional Liberal |
Afiliação europeia | Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa |
Grupo no Parlamento Europeu | Renovar Europa |
Primeira Câmara | 12 / 75 |
Segunda Câmara | 33 / 150 |
Parlamento Europeu | 4 / 26 |
Provinciale Staten | 80 / 570 |
Comissários do Rei | 2 / 12 |
Municípios dos Países Baixos | 1 117 / 7 886 |
Cores | Azul e Laranja |
Página oficial | |
www |
O Volkspartij voor Vrijheid en Democratie (VVD), literalmente o Partido Popular para a Liberdade e Democracia, é um partido liberal neerlandês, sendo um dos três maiores partidos dos Países Baixos.
O partido foi o único membro dos "gabinetes púrpura" liderados por Wim Kok a permanecer no poder com o governo de Balkenende I em 2002, apesar de uma grande queda na sua representação na Tweede Kamer (câmara baixa do parlamento). O partido foi fundado em 24 de Janeiro de 1948, no seguimento da tradição dos partidos liberais Liberale Staatspartij (LSP) e Partij van de Vrijheid (PvdV).
Em 2 de Setembro de 2004, o deputado do VVD Geert Wilders deixou o partido após disputa com o presidente do partido Van Aartsen. Ele optou por se tornar um partido de uma só pessoa (em neerlandês: eenmansfractie) na Tweede Kamer. O VVD participou do Governo liderado por Jan Peter Balkenende da CDA, que contava ainda com o D66.
Nas eleições Gerais de 2010, o VVD saiu-se como o principal partido dos Países Baixos, conquistando 31 cadeiras, uma a mais que os Partido Trabalhista (PvdA). Em Outubro, Mark Rutte anunciou a formação do governo[2] em parceria com a Aliança Democrata Cristã (CDA) e com o PVV de Geert Wilders, sendo que este último optou por não ocupar cargos no governo.