Running Wild | |
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Running Wild durante concerto em Bonn, 2005. | |
Informações gerais | |
Origem | Hamburgo |
País | Alemanha |
Gênero(s) | Heavy metal, power metal, speed metal |
Período em atividade | 1976 - 2009 2011 - hoje |
Gravadora(s) | Steamhammer, NOISE, EMI, Gun |
Afiliação(ões) | X-Wild |
Integrantes | Rolf Kasparek Peter Jordan Ole Hempelmann Michael Wolpers |
Página oficial | www.running-wild.net |
Running Wild é uma banda alemã de heavy/power/speed metal criada por Rolf Kasparek em 1976. Como parte da cena do metal alemão emergida em meados da década de 1980, a banda já lançou quinze álbuns de estúdio, três álbuns ao vivo, cinco coletâneas e seis singles/EPs ao longo de trinta anos de carreira.
Em 1987, a banda lançou o disco Under Jolly Roger, que trocou sua imagem satânica por letras com temática pirata e histórica. Enquanto as letras sobre história eram superficiais no início, com os álbuns seguintes elas foram aperfeiçoando-se e aprofundando-se, graças à pesquisas de Rolf Kasparek em particular.[1] Entre 1988 e 1992, o Running Wild escreveu letras majoritariamente sobre conteúdos históricos nos discos Port Royal, Death or Glory, Blazon Stone e Pile of Skulls. Em adição à letras que falavam sobre piratas como Calico Jack, Klaus Störtebeker e o não-tão-conhecido Henry Jennings, a banda também abordou fatos como a Guerra das Rosas, a Batalha de Waterloo e colonização do Novo Mundo pelos Conquistadores.[1] Com o tempo, foram tomando seu próprio estilo e destacando-se no cenário do metal internacional, servindo de influência para muitos grupos de power metal.
Em 17 de abril de 2009, Rolf anunciou que o Running Wild iria acabar e que seu último show seria no Wacken Open Air em 30 de julho de 2009. O show foi gravado em CD e DVD e lançado como The Final Jolly Roger em 24 de junho de 2011.[2][3] Em 21 outubro de 2011, o Running Wild foi reativado e, desde então, gravaram os álbuns Shadowmaker (2012), Resilient (2013) e Rapid Foray (2016).