Tartaruga-verde | |
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Espécime nadando sobre o planalto de areia em Praia Grande (Playa Grandi), Curaçau
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Estado de conservação | |
![]() Em perigo (IUCN 3.1) [1] | |
Classificação científica | |
Nome binomial | |
Chelonia mydas (Lineu, 1758) | |
Distribuição geográfica | |
![]() Mapa de distribuição. Os pontos vermelhos representam os locais com grande depósito de ovos. Os amarelos, para depósitos menores.
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Sinónimos[2] | |
Lista
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A tartaruga-verde, tartaruga-aruanã ou só aruanã[3] (nome científico: Chelonia mydas) é uma tartaruga marinha da família dos queloniídeos (Cheloniidae). É o único membro do género Chelonia.[2] A espécie está distribuída por todos os oceanos, nas zonas de águas tropicais e subtropicais e de qualquer altitude do mundo, sendo habitualmente encontradas em águas costeiras, ilhas ou baías, e raramente encontradas em alto-mar,[4] com duas populações distintas no Oceano Atlântico e no Oceano Pacífico.[5] O nome tartaruga-verde deve-se à coloração esverdeada da sua gordura corporal.
A tartaruga-verde é uma tartaruga marinha com um corpo achatado coberto por uma grande carapaça que possui quatro pares de placas laterais de queratina de coloração verde ou verde-acinzentadas; marrom com manchas negras e amareladas quando juvenis, bem como dois grandes pares de nadadeiras. Além disso, sua carapaça pode variar os tons em oliva-marrom e preto, no Pacífico Oriental. Ao contrário de outros membros de sua família, como a tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata) e a tartaruga-comum (Caretta caretta), a tartaruga-verde é principalmente herbívora após adentrar sua fase adulta, enquanto filhote é predominantemente onívora com tendências carnívoras. Os adultos geralmente habitam lagoas rasas, alimentando-se principalmente de diversas espécies de ervas marinhas.[6]
Como outras tartarugas marinhas, migram longas distâncias entre as áreas de alimentação e as suas praias de incubação. Muitas ilhas em todo o mundo são conhecidas como ilhas das Tartarugas por causa da nidificação das tartarugas-verdes em suas praias. As tartarugas fêmeas saem às praias e põem ovos em ninhos que escavam durante a noite. Mais tarde, filhotes emergem em direção à água. Aqueles que sobrevivem alcançam a maturidade sexual ao fim de vinte a cinquenta anos e vivem até 80 anos em liberdade.[5]
Como uma espécie classificada como espécie ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN / IUCN) e Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES), a tartaruga-verde é protegida contra a exploração, na maioria dos países. É ilegal a coleta, dano ou matá-las. Além disso, muitos países têm leis e decretos para proteger suas áreas de nidificação. No entanto, as populações de tartarugas ainda estão em perigo por causa de diversas práticas humanas. Em alguns países, as tartarugas e seus ovos são caçados para alimento. Poluição indireta prejudica as tartarugas, tanto na população quanto à dimensão individual. Muitas tartarugas morrem em consequência de terminarem nas redes de pescadores. Finalmente, a destruição de habitat é uma grande fonte de perda de praias de nidificação.
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inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome iucn status 4 de maio de 2022
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